
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Infantolândia

quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Diário de um Binário
Configuro,
instalo,
processo,
seleciono,
nomeio,
conecto,
envio,
escaneio,
gravo,
retransmito,
direciono,
publico,
escolho,
adiciono,
deleto,
log-o,
estendo,
bloqueio
travo.
Reinicio...
edito,
insiro,
corrijo,
apago,
recupero,
salvo,
imprimo,
twittô,
exploro,
posto,
recarrego,
hackeo,
busco,
checo,
confiro,
bypasso,
finalizo e
Até compartilho, mas...
Desligo, afinal, eu não sei amar...
FQJ - 05/10/2011
domingo, 2 de outubro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Um dia comum
São 10 da noite. O relógio já espia as dúvidas e incertezas que clareiam a exatidão do amanhã. Serão as mesmas coisas: o desespero pelos relatórios cheios de pó, as ligações carregadas de mau humor e delinqüentes com a beleza de nossas vidas. Será então que surgirá um sorriso em meio a multidão dos negativistas que nos brindará com o seu “bom dia”. Buscaremos a sobrevivência nos detalhes que regem a existência e seremos felizes com a simplicidade da amizade, com brilho na esperança dos sonhos vindouros e da sinestesia em nossos corações. Deixaremos tudo do jeito que está, sem explicações ou teorias de que nada nos servirão, afinal, não tendo a mim, não tenho a ninguém, e sendo assim, sou todo seu.
domingo, 18 de julho de 2010
Ao meu lado
FQJ – 18/07/2010
domingo, 29 de novembro de 2009
Ansiedade
30/11/2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Resguardado
De tanto querer te esquecer, acabei trancado em meu próprio mundo. Aqui não há vitória ou derrota, vaidade ou simplicidade, há apenas a infinita indiferença de nunca ser. Sem espaço para me debater, fica impossível até o gritar, por favor, sinta o fogo gélido em minhas veias, é um pouco confortante, não?
Eu tenho que sair, já não há mais o que respirar, maldita impugnação deste desejo nefasto em te querer. O que há comigo, o que há com você? Declarados inimigos nesta mesma mercê. Socorra a minha mente, não foi assim que pensei viver, te juro ser mais feliz quando você se for, então, faça-o agora, não há mais muito tempo para me ressuscitar.
Quisera eu poder emprestar esta tua intrínseca capacidade de não amar. Deve ser divertido não se importar com os outros. Acusarás a podridão alheia quando é apenas um reflexo da sua ingratidão exalada. Vá e não tenha piedade destas minhas preces em lágrimas de choro. Sejas mais um no monte de nada, mas, pela última vez saiba, eu só queria te salvar seu FDP!!!
FQJ – 16/11/2009
Inspirado em Save You do Pearl Jam